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Nome Cargo
Luciano Henrique Giovaninni Presidente
Karine Kleine Figueiredo dos Santos Vice Presidente
Fernando Felippe de Carvalho 1ª Secretário
Hugo Cardoso Martins Pires 2ª Secretário
Renato Variz de Souza 1º Tesoureiro
Jorge Conti Piovesan 2º Tesoureuro
Carolinne Broglio Deusdado Conselho deliberativo
Júlio César Cambraia Veado Conselho deliberativo
Pryscilla Tatiana Chalfun Guimarães Conselho deliberativo
Daniela Bastos de Souza Karam Rosa Conselho deliberativo (suplente)
Priscila Fonte Boa Rabelo Conselho deliberativo (suplente)
Tathiana Mourão dos Anjos Conselho deliberativo (suplente)
Maria Cristina Nobre e Castro Conselho Fiscal
Paula Bilbau San`t Anna Conselho Fiscal
Maria Clorinda Soares Fioravanti Conselho Fiscal
Juliana de Oliveira Conselho Fiscal (suplente)
Pillar Gomide do Valle Conselho Fiscal (suplente)
Anderson Yukio Calazans Yogi Conselho Fiscal (suplente)
Leandro Zuccolotto Crivellenti Diretora Científica
O associado terá direito a participar de eventos de forma gratuita, ou beneficiado de desconto especial (de acordo com a situação); receber informações atualizadas do que acontece na nefrologia e urologia veterinárias. Em área restrita neste site poderá ter acesso a reuniões, chats, artigos. Mediante avaliação poderá obter título de especialista em nefrologia e urologia veterinárias.
“O CBNUV é uma associação sem fins lucrativos que visa congregar médicos veterinários, promovendo reuniões de caráter científico, bem como congressos, simpósios, cursos de atualização e aperfeiçoamento, reuniões técnicas, palestras e outras. Visa expandir, divulgar e incentivar, em todos os níveis, o conhecimento, o diagnóstico, a prevenção e o tratamento das doenças renais e do trato urinário Veterinários, promovendo o intercâmbio de trabalhos, pesquisas e informações científicas inerentes à Nefrologia e Urologia Veterinárias.
É também seu objetivo estabelecer diretrizes para utilização dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos, objetivando a qualidade dos cuidados de doenças renais e do trato urinário aos pacientes veterinários. O CBNUV futuramente irá conceder certificados de especialização em Nefrologia e Urologia Veterinárias, intitulado TEENUV (Título de Especialista Efetivo em Nefrologia e Urologia Veterinárias), a fim de qualificar membros dentro da profissão”.
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Avaliação e Comparação entre Métodos de Mensuração de Pressão Arterial Sistólica em Gatos Hígidos Anestesiados
Tathiana Mourão dos Anjos – Médica veterinária mestre em Ciência Animal (EV/UFMG)
Júlio César Cambraia Veado – Professor da Escola de Veterinária da UFMG. E-mail: cambraia@ufmg.br
Guilherme Savassi Lages Rocha – Médico veterinário autônomo
Carlos Alberto Ventura Araújo – Médico veterinário autônomo
Camilla Drummond de Freitas – Médica veterinária autônomo
Resumo: A mensuração da pressão arterial vem ocupando lugar de destaque na medicina veterinária, especialmente pela maior disponibilidade de métodos não invasivos de mensuração. Neste estudo foram avaliados e comparados, para fins de validação, dois diferentes métodos não invasivos – oscilométrico e doppler vascular, e um invasivo – cateterização arterial (considerado padrão ouro) de mensuração de pressão arterial sistólica (PAS), em 12 gatos hígidos anestesiados de mesma faixa etária. O método oscilométrico é estatisticamente igual ao método invasivo, enquanto que o doppler difere de ambos. Entretanto, pela forte correlação positiva entre os métodos doppler e invasivo, foi possível criar um fator de correção (equação de regressão linear) para ajuste de valores.
Palavras-chave: pressão invasiva, felino, doppler, oscilométrico
Introdução: A mensuração de pressão arterial (PA) é uma ferramenta imprescindível para avaliação do status pressórico do paciente. Embora os métodos indiretos de mensuração de PA não invasiva tenham seu uso já consagrado, ainda deixam dúvidas quanto à sua acurácia e praticidade na rotina clínica (1). Faz-se necessário comparar e estabelecer métodos de medida confiáveis que, verdadeiramente, auxiliem na mensuração fidedigna da pressão arterial de gatos e, consequentemente, no diagnóstico seguro da hipotensão e especialmente da hipertensão arterial sistêmica, doença esta de grande importância na clínica felina (2).
Material e Métodos: Foram selecionados 12 gatos (Felis catus), sendo 6 machos e 6 fêmeas, com idade compreendida entre sete meses e 2 anos de idade, saudáveis (exames clínico, laboratoriais e de imagem), devidamente vacinados e isentos de parasitas, mestiços, não castrados, de peso compreendido entre 2,88 e 3,94 quilos. Os animais foram submetidos à anestesia geral inalatória (isoflurano) para que pudessem ser realizadas 7 mensurações invasiva e não invasiva, pareadas e simultâneas, com intervalo de 30 segundos entre as mesmas. Inicialmente, o método oscilométrico (membro torácido direito) foi comparado com o método invasivo (membro pélvico direito – artéria femoral) e 5 minutos após o término, o mesmo procedimento foi repetido, entretanto utilizando o método doppler (membro torácico direito) ao invés do método oscilométrico. Para os métodos não invasivos, utilizou-se o mesmo manguito, conforme recomendações do fabricante. Para fins de validação, utilizaram-se os parâmetros determinados pela normativa de 2001 do CEN (Comitê Europeu de Organização), que valida o método indireto se a diferença média de PAS entre o mesmo e o método invasivo não for maior que 12 mmHg.
Resultados e Discussão:
Tabela 1. Valores médios, desvios-padrão, diferenças (em mmHg e porcentagem) de PAS obtidos pelos métodos invasivo e não invasivos (oscilométrico e doppler). Invasivo (mmHg) (Média / Desvio Padrão) (Mínimo – Máximo) Oscilométrico (mmHg) (Média / Desvio Padrão) (Mínimo – Máximo) Diferença entre as Médias Métodos não invasivo e invasivo (mmHg e %) Coeficiente de Correlação (r)
103,84 ± 17,01 a
(87,29 – 135,86)
102,59 ± 16,69a
(82,57 – 135,71)
1,25 mmHg / 1,20%
0,9740 Invasivo (Média / Desvio Padrão) (Mínimo – Máximo) Doppler (Média / Desvio Padrão) (Mínimo – Máximo) Diferença entre as Médias Métodos não invasivo e invasivo (mmHg e %) Coeficiente de Correlação (r)
102,90 ± 17,02 a
(82,14 – 137,29)
90,32 ± 17,49 b
(61,43 – 119,29)
12,58 mmHg / 12,22%
0, 9266
Letras iguais na mesma linha indicam igualdade estatística e letras distintas na mesma linha indicam diferença estatística pelo teste “t” de Student para p < 0,05.
A média dos valores obtidos pelo método doppler vascular (Model 812®, Parks Medical) foi significativamente menor que as médias obtidas, tanto pelo método invasivo (diferença de 12,58 mmHg – 12,22%), quanto pelo método oscilométrico (diferença de 12, 27 mmHg – 11,96%). Entretanto, não houve diferença significativa entre a média dos valores obtidos pelo método oscilométrico e a média dos valores obtidos pelo método invasivo (diferença de 1,25 mmHg – 1,20%). Apesar da forte correlação (r = 0,9266 e P < 0,05) com o método invasivo, o método doppler (Model 812, Parks Medical) tende a subestimar a PAS em 12,58 mmHg (diferença de 12,22%). Esta subestimação foi observada em outros trabalhos (3,4,5,6). Em casos de hipotensão, o método doppler é menos preciso e subestima os valores de PA (7). Em decorrência do protocolo anestésico realizado, possivelmente os gatos apresentaram valores de PAS mais baixas, justificando a limitação deste método nessas condições. Foi possível, por regressão linear, criar uma equação (y = 0,9x + 21,5), onde x representa um valor de PAS obtido por meio do doppler
vascular e y representa o valor calculado que estima a PAS que seria obtida pelo método invasivo, considerado o método padrão ouro. Acierno e Labato, (2004)(1) comentam que o método oscilométrico não deve ser utilizado para gatos ou cães pequenos (com menos de 10 quilos) porque esta técnica subestima a PA desses animais. Entretanto, o aparelho oscilométrico testado neste estudo (PetMap®, Ramsey Inc) apresentou igualdade estatística e alta correlação (r= 0,9740, R2=0,9486 e P < 0,05) quando comparado ao método invasivo (diferença de 1,25 mmHg – 1,20%), provavelmente devido ao seu sistema algoritmo otimizado e específico que permite que seja selecionada a espécie (canina ou felina) em que será realizada a mensuração bem como selecionar o local de colocação do manguito (membro torácico, cauda ou membro pélvico).
Conclusão: Os métodos não invasivos, quando comparados ao método invasivo, podem ser considerados como validados para felinos hígidos anestesiados. Entretanto, recomenda-se a utilização do fator de correção quando o método doppler for utilizado para mensuração de PA nessas condições, para obtenção de valores de PAS mais fidedignos.
Referências:
1. Acierno M.J.; Labato M.A. Hypertension in dogs and cats. Compendium on continuing education for practicing veterinarians, v.26, p.336-345, 2004.
2. Anjos T.M. Hipertensão Arterial Sistêmica em Medicina Felina. 2012. 50f. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós-graduação lato sensu em Clínica Médica e Cirúrgica de Felinos) – Instituto de Pós-Graduação Qualittas. Belo Horizonte.
3. Grandy J.L.; Dunlop C.I.; Hodgson D.S. et al. Evaluation of the Doppler ultrasonic method of measuring systolic arterial blood pressure in cats. American Journal of Veterinary Research, v.53, n.7, p.1166-1169, 1992.
4. Binns S.H.; Sisson D.D.; Buoscio D.A. et al. Doppler Ultrasonographic, Oscilometric Sphygmomanometric, and Photoplethysmografic Techniques for Noninvasive Blood Pressure Measurement in Anesthetized Cats. Journal of Veterinary Internal Medicine, v.9, n.6, p.405-414, 1995.
5. Caulkett N.A.; cantwell S.L.; Houston D.M. A comparison of indirect blood pressure monitoring techniques in the anesthetized cat. Veterinary Surgery, v. 27, n.4, p.370-377, 1998.
6. Pedersen K.M.; Butler M.A.; Ersboll A.K. et al. Evaluation of an oscillometric blood pressure monitor for use in anesthetized cats. Journal of American Veterinary Medical Association, v.221, p.646–650, 2002.
7. Stepien R.L.; Elliott J. Measurement of Blood Pressure. In: Elliott J.; Grauer G.F. BSAVA Manual of Canine and Feline Nephrology and Urology. UK: British Small Animal Veterinary Association. 2007. p.178-191
Artigo publicado no SINUV 2011, PE, Brasil.
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ANEMIA NA INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM CÃES E GATOS
Anemia in cronic renal failure in dogs and cats
Vanessa Andrea PINCELLI1; Mariana Menezes BOCHIO2; Felipe Ribeiro Botelho do SANTOS3; Igor FERREIRA4; Suely Nunes Esteves BELONI5; Patrícia Mendes PEREIRA6
1, 2 Mestranda em Ciência Animal da Universidade Estadual de Londrina
3, 4 Bolsista do curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina
5 Professora Associada do Departamento de Clínicas Veterinárias da Universidade Estadual de Londrina
6 Professora Adjunta do Departamento de Clínicas Veterinárias da Universidade Estadual de Londrina
RESUMO: A anemia é uma característica comum de cães e gatos com insuficiência renal crônica de moderada a avançada. As causas associadas são diminuição da produção de eritropoetina, dano oxidativo das hemácias, efeitos tóxicos por substâncias retidas, ulceração gastrointestinal, disfunção plaquetária e deficiências nutricionais. Dependendo do grau de anemia, o tratamento consiste em suplementação com eritropoetina, ferro e vitaminas do complexo B a fim de estimular a eritropoiese e administração de bloqueadores de H2 para evitar perda de sangue gastrointestinal.
Palavras-chave: anemia arregenerativa, doença renal crônica, eritropoetina, eritropoetina recombinante humana, darbepoetina alfa
ABSTRACT: Anemia is a common characteristic of dogs and cats with moderate to advanced chronic renal failure. The causes associated are decreased production of erythropoietin, oxidative damage of erythrocytes by toxic substances retained, gastrointestinal ulceration, platelet dysfunction and nutritional deficiencies. Depending on the degree of anemia, treatment consists in supplementation with erythropoietin, iron and B vitamins to stimulate erythropoiesis and administration of H2 blockers in order to prevent gastrointestinal bleeding.
Keywords: non-regenerative anemia, chronic kidney disease, erythropoietin, recombinant human erythropoietin, alfa darbepoetin
INTRODUÇÃO:
A anemia é característica de cães e gatos com insuficiência renal crônica (IRC) de moderada a avançada. Embora a gravidade e a progressão da anemia sejam afetadas pela idade do paciente, pela espécie, pelo diagnóstico renal e pelas doenças concomitantes, elas correlacionam-se com o grau de insuficiência renal e pioram progressivamente (POLZIN et al., 2004).
MECANISMOS ASSOCIADOS:
As células endoteliais peritubulares renais são a principal fonte de síntese de eritropoetina (EPO). Os rins sintetizam a EPO em resposta à hipóxia tecidual (POLZIN et al., 2004; RANDOLPH et al., 2004; COTTER 2001, 2004). Quando a insuficiência renal se torna crônica, a produção de EPO diminui e é desencadeada uma anemia normocítica, normocrômica, não regenerativa. A concentração de EPO pode ser baixa ou normal no animal anêmico, essa que deveria ter como resposta aumento de sua concentração (COTTER 2001, 2004; POLZIN, et al., 2004; RANDOLPH et al., 2004).
Além disso, pacientes azotêmicos crônicos podem se tornar anêmicos por outras causas. Diminuição do tempo de vida das hemácias pode ocorrer por dano oxidativo e por efeitos tóxicos da uréia, fenóis e outras substâncias retidas (COTTER, 2001, 2004).
A ulceração gastrointestinal é característica comum à uremia e pode causar perda significativa de sangue (LANGSTON et al., 2003). Se o nível de uréia sanguínea for desproporcionalmente elevado comparado ao da creatinina, pode ser indicativo de perda sanguínea gastrointestinal, já que hemácias digeridas tem a uréia como subproduto (COTTER, 2001, 2004; POLZIN, 2011). Além disso, a deficiência de ferro pode ser evidência de perda de sangue oculto gastrointestinal (POLZIN, 2011).
A uremia leva a uma disfunção plaquetária que aumenta a tendência ao sangramento e pode resultar em sangramento de superfícies mucosas e em locais de trauma ou de procedimento invasivo (LANGSTON et al., 2003).
Deficiências nutricionais podem contribuir para a anemia nos pacientes com IRC. A má nutrição protéica com alterações nas concentrações plasmáticas de aminoácidos e de hormônios leva à anemia (POLZIN et al., 2004).
TRATAMENTO:
O tratamento empregado inclui a eritropoetina recombinante humana (EPO-rHu) ou a darbepoetina alfa (DPO) (POLZIN, 2011). Devido à diferença da EPO entre as espécies e pela EPO-rHu ser suspensa em albumina, reações alérgicas ou anticorpos anti-EPO podem se desenvolver em até 50% dos cães e gatos a partir de quatro semanas de tratamento e requer sua interrupção. Os anticorpos também reagem contra a EPO endógena, podendo levar a uma anemia mais grave comparada à do início do tratamento (COTTER, 2001, 2004; RANDOLPH et al., 2004). A terapia com EPO-rHu deve ser considerada em pacientes com IRC avançada, com sinais clínicos relacionados à anemia e com VG inferior a 22% (POLZIN, 2011). A dose inicial geralmente é de 100 U/kg. Em pacientes hipertensos ou com anemia moderada, a dose de 50 U/kg pode ajudar a prevenir a elevação da pressão arterial. A elevação do VG leva cerca de duas a oito semanas. O VG deve ser monitorado semanalmente até atingir 30 a 40% nos gatos e 37 a 45% nos cães. A dose de manutenção é de 50 a 100 U/kg duas a três vezes por semana (POLZIN et al., 1997, POLZIN et al., 2004). Uma vez estabilizado, monitoramento mensal ou bimestral costuma ser suficiente. Além disso, a pressão arterial deve ser avaliada antes e durante a terapia (LANGSTON et al., 2003).
Devido à maior demanda, suplementação com ferro é indicada até a estabilização do VG (POLZIN et al., 1997, COTTER 2001, 2004). O sulfato ferroso é administrado em doses de 100-300 mg/dia para cães e de 50-100 mg/dia para gatos (LANGSTON et al., 2003, COTTER, 2004). O uso de EPO-rHu deve ser descontinuado caso o VG do paciente decline de forma abrupta durante o tratamento e transfusões sanguíneas serão necessárias (LANGSTON et al., 2003). O VG alvo após a transfusão deve ser o limite inferior do intervalo de referência (POLZIN et al., 2004).
Atualmente, a DPO tem sido mais recomendada em relação à EPO-rHu. Sua duração de ação é aproximadamente três vezes maior que a EPO-rHu. Observações preliminares em cães e gatos sugerem menor probabilidade de indução de anticorpos anti-EPO. Pacientes que recebem EPO-rHu podem receber DPO na dose equivalente (1 mg de DPO equivale a 200 U de EPO-rHu), com um intervalo de administração três vezes maior. Na fase de indução, a dose é de 1,5 mg/kg por via subcutânea uma vez por semana e o VG deve ser avaliado semanalmente. Quando o VG atingir o limite inferior da normalidade, a freqüência diminui para duas semanas e o VG deve ser avaliado mensalmente. Com a estabilização, deverá ser monitorado a cada três meses (POLZIN, 2011).
Além disso, a administração de bloqueadores de H2 auxilia na minimização da perda de sangue por ulceração do trato gastrointestinal (COTTER, 2001, 2004). A suplementação com vitaminas do complexo B pode ser benéfica em, visto que são necessárias à EPO (LANGSTON et al., 2003). Esteróides anabolizantes não se mostraram eficazes nos estudos realizados, já que além de apresentarem efeito retardado no início da ação, este era mínimo (LANGSTON et al., 2003, COTTER, 2004, POLZIN et al., 2004).
CONCLUSÃO:
Para o sucesso terapêutico da anemia na IRC, o tratamento deve ser multifatorial. Mais estudos com DPO são necessários para avaliar sua eficácia comparada à EPO-rHu.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
COTTER, S. M. Anemia Arregenerativa. In: ETTINGE R, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. v. 2, p. 1902-1915.
COTTER, S. M. Anemia secondary to renal and endocrine disease. In: Quick look series in veterinary medicine hematology. Jackson: Teton new media, 2001. p. 46-47.
LANGSTON, C. E.; REINE, N. .; KITTRELL, D. The use of erythropoietin. The Veterinary Clinics of Small Animal Practice. v. 33, p. 1245-1260, 2003.
POLZIN, D. J. Chronic kidney disease in small animals. The Veterinary Clinics of Small Animal Practice. v. 41, p. 15-30, 2011.
POLZIN, D. J.; OSBORNE, C. A.; JACOB, F.; ROSS, S. Insuficiência Renal Crônica. In: ETTINGER, R. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. v. 2. p. 1721-1751.
RANDOLPH, J. F.; SCARLETT, J.; STOKOL, T.; MACLEOD, N. Clinical efficacy and safety of recombinant canine erythropoietin in dogs with anemia of chronic renal failure and dogs with recombinant human erythropoietin-induced red cell aplasia. Journal of Veterinary Internal Medicine. v. 18, p. 81-91, 2004
Artigo publicado no SINUV 2011, PE, Brasil.
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AVALIAÇÃO BIOQUIMICA DA FUNÇÃO RENAL E HEPATICA EM GATOS DOMÉSTICOS (Felis domesticus, Linnaeus, 1758) COM DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR (DTUI)
Evilda Rodrigues de LIMA1, Mirella Bezerra de Melo Colaço DIAS2 Miriam Nogueira TEIXEIRA3, Eneida Willcox RÊGO 3, Daniela Godoy COUTINHO4, Márcio Apolônio ROCHA JUNIOR4
1Médica Veterinária. Profa. Adjunta Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de Medicina Veterinária. Departamento de Medicina Veterinária. Av. Manoel Medeiros, s/n. Dois Irmãos, Recife-Pernambuco- Brasil. autora para correspondência.
2Aluna da Pós-Graduaçãoda Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de Medicina Veterinária.
3Médica Veterinária. Profa. Adjunta Universidade Federal Rural de Pernambuco. Departamento de Medicina Veterinária.
4Médico Veterinário autônomo. Recife – Pernambuco.
Resumo: Com o objetivo de avaliar a função renal e hepática em animais com DTUI foram utilizados 7 gatos, de ambos os sexos, sem raça definida, de 2 a 6 anos, dividida em 2 grupos, com 3 machos e 4 fêmeas, submetidos inicialmente à dieta exclusiva de ração seca industrializada, considerada pelos clínicos como responsável de causar DTUI. Após o desenvolvimento dos sintomas desta enfermidade utilizou-se a ração seca industrializada para controle da DTUI. Os animais foram avaliados mensalmente durante 6 meses. Os resultados obtidos de acordo com a condição antes e depois da DTUI, para a função renal e hepática, os machos, apresentaram diferenças estatisticamente significativas para a creatinina, e as fêmeas, para a creatinina, uréia e AST. Conclui-se que o uso da dieta corretiva para DTUI teve influência na sintomatologia dos animais e na função renal dos machos e fêmeas.
Palavras chave: DTUI, felinos, função renal, função hepática.
THE BIOCHEMICAL EVALUATION OF RENAL AND HEPATIC FUNCTIONS IN DOMESTICS CATS (Felis domesticus, Linnaeus, 1758) WITH LOW URINARY TRACT DESEASE (LUTD)
Abstract: With the objective to evaluate the renal and hepatic functions in animals with LUTD were used 7 cats, from both sex, of unknown breed, 2 and 6 years, divided in 2 groups, 3 males and 4 females, submitted to diet of industrialized dried food, considered by the clinician as responsible for inducing LUTD. After the development of the clinical signs of the disease, were used the therapeutic industrialized dried food recommended for the control of LUTD. The animals were mensally evaluated during six months. The results obtained of the according to the condition before and after the LUTD, the males showed significant statistic differences for creatinina and on female for creatinina, urea and aspartate-aminotransferase. It may be concluded what the use of corrective diet for LUTD had influence in the sintomatology and in the renal function the males and the female.
Keywords: LUTD, feline, renal functions, hepatic functions.
INTRODUÇÃO:
Os sinais clínicos da DTUI mais comumente apresentados pelos gatos são: hematúria, disúria, polaciúria, presença ou não de obstrução uretral (Osborne et al., 2004). Os machos mostram tendência ao desenvolvimento da obstrução parcial ou completa, devido ao fato de possuírem uretra longa e
estreita (Case et al., 1998; Nelson & Couto, 2008; Osborne et al., 2004). A obstrução uretral impede que os rins filtrem adequadamente o sangue para eliminar as substâncias tóxicas presentes.
Independente das causas de obstrução uretral, irão desenvolver-se anormalidades clínicas e bioquímicas. Essas se caracterizaram por deficiências e ou excessos sistêmicos nos equilíbrios de líquidos, eletrólitos, estado ácido-básico (Meyer et al., 1995; Nelson & Couto, 2008; Osborne et al., 2004). Outro aspecto considerado na DTUI é a dieta que esses animais consomem. As marcas populares têm desenvolvido transtornos metabólicos e as de qualidade são desenvolvidas para proporcionar ótima alimentação aos animais, durante as várias etapas da sua vida (Case et al., 1998). As concentrações séricas da função renal e hepática apresentam mensurações que podem ser afetadas por fatores metabólicos. Os valores bioquímicos séricos normais compreendem: creatinina 0,8 – 1,8 mg/dl; uréia 10,0 – 30,0 mg/dl; fosfatase alcalina 10,0 – 80,0 UI/l; ALT 10,0 – 80,0 UI/l; AST 10,0 – 80,0 UI/l (Nelson & Couto, 2008). O nível de uréia pode ser aumentado nos carnívoros com um aumento no consumo dietético de proteína. O acúmulo de toxinas urêmicas no organismo, decorrente da diminuição da taxa de filtração glomerular, causa alteração da homeostase (Osborne et al., 2004).
Com uma redução da taxa de filtração glomerular, aumenta a concentração sérica de creatinina. As transaminases alanina-aminotransferase (ALT) e aspartato-aminotransferase (AST) têm distribuição ampla no organismo, estando presentes no soro em pequenas quantidades. A AST não é específica para lesões hepáticas em gatos. No entanto, a ALT é importante para esta espécie. O aumento dessa transaminase é específico de destruição celular e uma elevação discreta tem sido observada em casos de uremia (Meyer et al., 1995). Neste trabalho, o objetivo foi à identificação e a avaliação da função renal e hepática em gatos com DTUI.
MATERIAL E MÉTODOS:
Foram utilizados 7 animais, de 2 a 6 anos, sem raça definida, divididos em dois grupos. O grupo I foi constituído por 3 machos e o grupo II constituído por 4 fêmeas. Os animais do Grupo I e II receberam ração seca industrializada de marca popular. Os machos desenvolveram manifestações clínicas da DTUI após 2 meses de consumo e as fêmeas após 3 meses. Após o desenvolvimento desta sintomatologia, os animais foram submetidos a uma dieta específica para controle da DTUI. As análises laboratoriais foram realizadas, em cada animal, seis coletas de sangue durante 6 meses por punção venosa e transferido para um tubo de ensaio de 10 ml, sem anticoagulante, para obtenção de soro. Procederam-se às dosagens de creatinina, uréia, fosfatase, alcalina, ALT e AST. As dosagens foram realizadas utilizando Kits comerciais da Marca CELM, com leitura em analisador bioquímico semi-automático Modelo SB – 190 CELM. A análise estatística dos dados quantitativos realizou-se através da análise de variância e a comparação entre as médias das variáveis contínuas estudadas, foi feita através da Diferença Mínima Significativa (DMS), calculada através do Teste t.
RESULTADOS E DISCUSSÃO:
Os resultados para a função renal e hepática em gatos do sexo masculino apresentaram diferença significativa quanto à creatinina (P<0,001).As concentrações séricas da uréia e fosfatase alcalina apresentaram valores elevados antes e depois do tratamento dietético. Os resultados para as fêmeas apresentaram diferenças significativas (P<0,001) quanto à creatinina. As dosagens de AST apresentaram diferença significativa (P<0,01) e a uréia, diferença estatisticamente significativas
(P<0,05). Os achados clínicos foram: obstrução urinária, disúria, hematúria e polaciúria (Osborne et al., 2004). Os machos apresentam maior tendência para obstrução uretral, parcial ou completa, presumivelmente devido ao fato da uretra ser mais longa e estreita (Case et al., 1998; Nelson & Couto, 2008; Osborne et al., 2004). Os sintomas são mais pronunciados nos machos, mas as fêmeas são igualmente acometidas, resultados idênticos aos animais dos Grupos I e II. Os resultados da função renal e hepática do grupo I mostraram elevação na concentração sérica dos níveis de uréia e fosfatase alcalina. Todos esses parâmetros permaneceram elevados mesmo após o tratamento dietético. Os resultados da creatinina, ALT e AST, para os machos, estão dentro dos parâmetros de normalidade (Bush, 1999; Meyer et al., 1995; Nelson & Couto, 2008). Provavelmente, a elevação da concentração sérica da uréia deve-se ao aumento do consumo de proteína e/ou diminuição da filtração glomerular (Osborne et al., 2004), como foi observado nos animais antes e depois do tratamento dietético.
Os resultados do perfil bioquímico do grupo II estão dentro dos parâmetros de normalidade, as concentrações séricas da creatinina, fosfatase alcalina, ALT e AST (Bush, 1999; Meyer et al., 1995; Nelson & Couto, 2008). A análise dos resultados ressalta que, na comparação entre as condições antes e depois do tratamento dietético nas fêmeas com DTUI, houve diferença estatisticamente significativa para a creatinina, AST e uréia. Esses resultados evidenciam que o tratamento dietético para DTUI influenciou essas variáveis. É possível que a composição das rações utilizadas e a DTUI tenham influenciado no metabolismo do organismo. As dosagens séricas da uréia apresentaram valores elevados antes e após o tratamento dietético e podem refletir as alterações metabólicas que comumente afetam os animais com essa enfermidade (Meyer et al., 1995; Nelson & Couto, 2008; Osborne et al., 2004). A uréia é influenciada pelos fatores catabólicos e a velocidade de excreção é influenciada por qualquer anormalidade orgânica (Meyer et al., 1995). Baseando-se nos resultados obtidos e nas condições em que esta pesquisa foi realizada pode-se concluir que: em gatos com DTUI, é possível, através do uso da dieta corretiva alterar alguns parâmetros da função renal e hepática tanto de machos (creatinina), como de fêmeas (creatinina, uréia, aspartato-aminotransferase).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1 Bush, B. M. (1999). Interpretácion de los análisis de laboratorio para clínicos de pequenos animales. Madrid: Hartcourt, 564 p.
2 Case, L. P.; Carey, D. P.& Hirakara, D. A. (1998). Nutrição canina e felina: manual para profissionais. Madrid: Harcourt Brace, 424 p.
3 Meyer, D. J.; Coles, E. H. & Rich, L. J. (1995). Medicina de laboratório veterinária. interpretação e diagnóstico. São Paulo: Roca, 308 p.
4 Nelson, R. W.& Couto, C. G. (2008). Fundamentos de medicina interna de pequenos animais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
5 Osborne, C. A.; Kruger, J. M.& Lulich, J. P. (2004). Doenças do trato urinário inferior dos felinos. In: Ettinger, S. J.& Feldman, E. C. Tratado de medicina interna veterinária: doenças do cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Koogan, pp.1802 – 1841.
Artigo publicado no SINUV 2011, PE, Brasil.
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PRÓXIMOS EVENTOS CBNUV


2º Simpósio Paulista do colégio, na 69ª Conferência Anual do SPMV25398982_1848846872094113_7069548633535937287_n

Adiantamos pra vocês, parte da programação!

Manejo da inapetencia e do êmese em cães e gatos com doença renal crônica – Ricardo Duarte Silva

Como atenuar o processo inflamatório na doença renal crônica em cães e gatos? – Wandrea Souza Mendes

Azotemia pós-renal: do paciente desenganado até o renascido, casos e mais casos – Renato Variz de Souza

Urolitíase: diagnóstico, classificação e tratamento – Fernando Felippe de Carvalho

Síndrome nefrótica na Leishmaniose: como enfrentar este desafio? – Julio Cesar Cambraia Veado

Fatores predisponetes para doença renal crônica em gatos – Luciano H Giovaninni

Novas estratégias de tratamento para a doença renal crônica em felinos – Karine Kleine

Visão crítica sobre a terapia com células-tronco mesenquimais na doença renal crônica em felinos – Renata Avancini Fernandes

Mais informações em:

http://www.spmv.org.br/

https://lojavirtual.spmv.org.br/

 

 

 

XV Congresso Internacional FIAVAC e 39 Congresso Brasileiro da ANCLIVEPA 2018

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Programação ainda em construção.

Mais informações em:

http://www.cba-fiavac2018.com.br/

 

HISTÓRICO CBNUV


 

2011

  • SINUV – SIMPÓSIO DE NEFROLOGIA E UROLOGIA VETERINÁRIA (Porto de Galinhas – PE)

Este simpósio reuniu, pela primeira vez no Brasil, médicos veterinários interessados na área de Nefrologia e Urologia. Neste evento foi criado o CBNUV – Colégio Brasileiro de Nefrologia e Urologia Veterinárias.


 

2013

  • CONGRESSO MEDVEP DE ESPECIALIDADES VETERINÁRIAS (Bento Gonçalves – RS)

O CBNUV organizou ciclos de palestras em dois dias de atividades, incluindo palestrante internacional.


 

2014

  • PRÉ-CONGRESSO ANCLIVEPA (Belo Horizonte – MG)

O CBNUV organizou dois dias de palestras em evento que antecedeu o CBA 2014. Nesta época, iniciou-se a modalidade de palestras de 20 minutos, com mesa redonda após um ciclo de 3 a 4 palestras de áreas afins dentro da nefrologia e urologia.

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  • COLÓQUIO SOBRE SÍNDROME CARDIORRENAL (Belo Horizonte – MG)

Debate entre os médicos veterinários Prof. Dr. Júlio César Cambraia Veado (EV-UFMG), Prof. Dr. Luciano Giovaninni (PROVET – SP), Dr. Guilherme Goldfeder (FMVZ – USP), Dr. Euller Fraga (DUE – MG) discutindo o tema  Síndrome Cardio-renal.

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  • COLÓQUIO SOBRE INFECÇÃO DO TRATO – DISCUSSÃO SOBRE OS DESAFIOS DAS INFECÇÕES (Belo Horizonte – MG)

Debate entre os médicos Dra. Mariana Guimarães Penido de Paula (Nefrologista da Clínica Núcleo de Nefrologia)e Dr. Fernando das Mercês de Lucas Junior (Nefrologista, presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia) e os médicos veterinários Prof. Dr. Júlio César Cambraia Veado (EV-UFMG) e Profª MSc. Tathiana Mourão dos Anjos.

 


2015

  • MEDVEP – Congresso Medvep de Especialidades Veterinárias (Curitiba – PR)

O CBNUV participa, pela 2ª vez, do Congresso  Medvep, sendo responsável  pela organização de dois dias de atividades, contando com o palestrante internacional Jody Lulich, DMV, PhD, Diplomate ACVIM.

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  • SIMPÓSIO SOBRE IMAGEM – DISCUTINDO A IMAGEM NA NEFROLOGIA E UROLOGIA (Belo Horizonte – MG)

 

  • SIMPÓSIO SOBRE AVANÇOS EM NEFROLOGIA VETERINÁRIA – UMA VISÃO MUITO ALÉM DA URÉIA E CREATININA (Belo Horizonte – MG)

2016

  • CBA – CONGRESSO BRASILEIRO DA ANCLIVEPA (Goiânia – GO)

O CBNUV foi responsável pela grade do “Encontro CBNUV” e realização de um dia inteiro de atividades.

 

  • SIMNEFRO – SIMPÓSIO DE NEFROLOGIA  (UFRRJ – Rio de Janeiro – RJ)  13, 14 e 15/09/2016

 

  • Simpósio Internacional Cardiorrenal (USP – São Paulo – SP) 12 e 13/11/2016

    __________________________________________________________________

    2017

  • CINUV – CONGRESSO INTERNACIONAL DE NEFROLOGIA E UROLOGIA VETERINÁRIA

     Primeiro congresso internacional do colégio, foi realizado março de 2017, em em Belo Horizonte. Foram três dias de palestras internacionais e nacionais, mesa redonda, colóquios e jantar. Contamos com a presença dos ilustres colegas internacionais David Polzin, Hervé Lefebvre e Cathy Langston, além dos renomados médicos veterinários brasileiros. 8, 9 e 10/ 03/ 2017.

  •    ENCONTRO CBNUV no 38º CBA

    O CBNUV foi responsável pela grade do “Encontro CBNUV” e realização de um dia inteiro de atividades  no Congresso Brasileiro da Anclivepa, realizado em maio de 2017 em Recife.

  •  I SIMPÓSIO PAULISTA do CBNUV.
    Com a presença do ilustre professor Hélio Autran e renomados palestrantes do Brasil.   Realizado em outubro de 2017, São Paulo.  download

 

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SINUV 2011


MEDVEP 2015


ANCLIVEPA 2016


Simpósio Internacional Cardiorrenal da SBCV 2016